A vida de um gato é muito ocupada.
É preciso ter uma gestão de tempo muito criteriosa para que, entre duas sonecas, consigamos executar todas as tarefas pendentes.
Não é fácil.
Por trás da vida aparentemente pacata de um gato, estão uns bastidores carregados de minuciosas agendas.
Complicado é também guardar um tempito disponível para situações inesperadas....
Por isso, um devido planeamento do dia é indubitavelmente necessário!
Em baixo, podem verificar a minha concentração enquanto elaborava a agenda da semana.
segunda-feira, setembro 25, 2006
quinta-feira, setembro 14, 2006
DOANIS
Por mais voltas que dê à minha cabecinha (às vezes até tonto fico) só consigo chegar a uma conclusão.
Os humanos, particularmente os meus donos (que é o caso que eu estudo de forma profunda), estão longe de ser uma espécie satisfeita.
Quando eu penso que finalmente a casa está completa, que tudo está no seu devido lugar, depressa chego à conclusão que estou redondamente enganado.
De um momento para o outro, lá aparecem eles à porta carregados de mais sacos, de grandes caixas ou de pacotes ainda maiores.
É difícil de perceber quando é que os meus donos estão saciados.
Penso que lhes é totalmente impossível qualquer tentativa de controle do impulso da compra.
Ainda consigo compreender aqueles sacos de plástico (reciclável!) que vêm cheios de papinha... É lá que estão muitas das iguarias com que sonho... os fiambres, presuntos, leites, canónigos, alface, etc etc.
Agora quando trazem outras coisas cá para casa é difícil de entender.
Livros, por exemplo. Estão sempre a chegar... às dúzias!! Qualquer dia abrimos uma biblioteca.
Mas uma biblioteca com música. Claro! Porque CD's também não é coisa que falte por cá. São às centenas.
Não é que eu não goste do frenezim da chegada de coisas novas. Aliás, adoro!
E quanto maiores os objectos que chegam melhor.
Ou não fosse eu o inspector oficial da DOANIS (Departamento de Objectos Ainda Não IdentificadoS).
O que me assusta verdadeiramente é outra coisa.
É que... a este ritmo de entrada de objectos, qualquer dia parece que vivemos num bazar.
Alguém tem de colocar um travão nisto.
O que será de nós daqui a uns anos?!? Nem quero pensar...
E o pior é que parece que sou o único cá em casa a preocupar-se com esta situaçao. O único com bom senso suficiente para pôr um fim a isto.
Só preciso de inventar como.
Agora sei que tudo depende de mim.
Sou eu que vou ter de impôr as novas regras.
Ah pois é!
Os humanos, particularmente os meus donos (que é o caso que eu estudo de forma profunda), estão longe de ser uma espécie satisfeita.
Quando eu penso que finalmente a casa está completa, que tudo está no seu devido lugar, depressa chego à conclusão que estou redondamente enganado.
De um momento para o outro, lá aparecem eles à porta carregados de mais sacos, de grandes caixas ou de pacotes ainda maiores.
É difícil de perceber quando é que os meus donos estão saciados.
Penso que lhes é totalmente impossível qualquer tentativa de controle do impulso da compra.
Ainda consigo compreender aqueles sacos de plástico (reciclável!) que vêm cheios de papinha... É lá que estão muitas das iguarias com que sonho... os fiambres, presuntos, leites, canónigos, alface, etc etc.
Agora quando trazem outras coisas cá para casa é difícil de entender.
Livros, por exemplo. Estão sempre a chegar... às dúzias!! Qualquer dia abrimos uma biblioteca.
Mas uma biblioteca com música. Claro! Porque CD's também não é coisa que falte por cá. São às centenas.

E quanto maiores os objectos que chegam melhor.
Ou não fosse eu o inspector oficial da DOANIS (Departamento de Objectos Ainda Não IdentificadoS).
O que me assusta verdadeiramente é outra coisa.
É que... a este ritmo de entrada de objectos, qualquer dia parece que vivemos num bazar.

O que será de nós daqui a uns anos?!? Nem quero pensar...
E o pior é que parece que sou o único cá em casa a preocupar-se com esta situaçao. O único com bom senso suficiente para pôr um fim a isto.
Só preciso de inventar como.
Agora sei que tudo depende de mim.
Sou eu que vou ter de impôr as novas regras.
Ah pois é!
quinta-feira, setembro 07, 2006
Eyes wide open

Tudo se passa a uma velocidade vertiginosa.
A quantidade de informação na net ao nosso dispôr é assustadora. Faz-nos sentir grandes e pequenos ao mesmo tempo.
Podemos ter resposta a qualquer pergunta com um simples clique.
Tudo mudou.
As corporações empresariais mudaram toda a sua estratégia de venda.
A Internet é, sózinha, a grande responsável pela mudança de cultura empresarial. Para o bem e para o mal.
Eu, como um gato todo para a "frentex", tento acompanhar e adaptar-me às constantes mutações de mercados.
É por isso que sei que, um dia, o meu catblog vai ser o website mais visitado do mundo. De Ulan Bator a Montevideu todos me vão conhecer.
Tenho de estar na linha da frente. E assim poder ajudar este mundo a ficar um pouco melhor.
Mas para isso tenho de estar de olhos bem abertos.
Ah pois é!
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